
Totalmente diferente do que se parece, minha vida não foi tão simples, como apenas amar a distância. Eu estava obcecada, completamente cega, a ponto de não enxergar um palmo a minha frente. Entreguei-me de corpo, alma, coração e tudo que se possa imaginar. Não foram três anos de felicidade, foram três anos muito difíceis, talvez os mais difíceis da minha vida, e isso não é exagero.
Sempre pensei em encontrar um amor, era um de meus diversos sonhos, ter um grande amor, desses de novela, e o meu foi além disso. Mas que amor repleto de turbulências, parecia uma avalanche de rochas, onde a vitima era eu mesma, que corria contra as rochas, quase massacrada, lutando todo o tempo, lutando contra uma força maior do que as minhas, quase impossível de sobreviver. Era assim que eu me sentia, lutando contra mim todo o tempo, lutando contra emoções e sentimentos.
Do lado de dentro
- Letícia Dias
- "Meu nome é Letícia e eu tenho vinte anos, sou estudante de psicologia e escolhi este curso pela imensa paixão por pessoas e pelo constante desejo em conhecer de forma mais profunda os seres humanos e seus mistérios. Gosto de leitura e acredito que ler é poder viajar sem sair do lugar. Romântica, mas sem papas na língua. Fascinada pela vida, pelos amigos, mais família do que nunca. Sonho em morar em um outro país para conhecer uma nova cultura, penso em casar de branco e jogar o buquê, quero que a decoração seja de girassóis. Amo o meu namorado e percebo a cada dia que fomos feitos para completar um ao outro, juntos dizemos que iremos ter dois filhos e sempre discutimos qual será o nome deles, nunca chegamos a um acordo. Acredito que o amor pode mudar as pessoas, mas viver apenas de amor não é o suficiente. Sou sonhadora, mas ainda assim tenho os meus pés no chão. Futuramente pretendo ser psicóloga organizacional, mas neurociência também me deixa balançada. Prefiro o inverno, mas quando está muito frio sinto falta do sol. Hoje eu sou quem eu sempre pensei em ser e também quem eu quero ser".
Um brinde a vida
A ambição voraz dos seres humanos nunca é saciada quando os sonhos são realizados, porque há sempre a sensação de que tudo poderia ter sido feito melhor e ser feito outra vez.
A leitura nos permite viajar
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